Friday, April 25, 2008

Ange ou Demon - Givenchy

Sometimes an Angel, sometimes a Demon but it's always me ;)

Saturday, April 19, 2008

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Beautiful Liar

Contigo torno-me sonho
Sou Perfeita, Princesa
Não ando, fluto

Deixo-me embalar por palavras de açúcar
Tenho o mundo aos meus pés
Sou inteira, heroína


Deixo o desejo dominar
Entro em êxtase
Não quero saber

Contigo torno-me sonho
Sou Perfeita, Princesa
Não quero acordar


Pormenor do quadro de Gustav Klimt, The Kiss

Monday, April 14, 2008

birthday

"Cada um tem a idade do seu coração, da sua experiência, da sua fé"

George Sand

Saturday, April 12, 2008

FreeFalling


Já sou livre! Sempre fui! Não sei viver de outra forma.


Se por um lado acho que o dinheiro nos dá liberdade para fazer coisas, por outro também acho que podemos encontrar liberdade nas coisas pequenas e simples. E há muitas coisas que não se compram feitas, ainda que se possa ter a ilusão de que o dinheiro compra quase tudo. É exactamente esse "quase" que faz toda a diferença.


Sou livre no pensamento. Sou livre quando danço, quando leio, quando oiço música, quando estou com quem gosto. Sou livre quando sinto o vento na cara, quando olho para o céu, quando vejo a Lua ou encaro o Sol. Sou livre e sou espontânea. Não sei viver de outra forma, porque sou assim e não quero mudar.

So Alive - Love and Rockets

Sinto-me viva e apetece-me gritá-lo! Não sei de onde vem esta energia, esta vontade de viver e de aproveitar a vida com a intensidade ao máximo.


I'm alive

Oh Oh, so alive

I'm alive

Oh Oh, so alive

...

My head is full of magic, baby

And I can share this with you

The feel I'm on top again, baby

That's got everything to do with you - aplica-se talvez se o you for plural....

Não sei. Sinto-me viva e quero gritá-lo!

Thursday, March 27, 2008

Duffy - Mercy - Official Music Video

No ouvido...

I love you
but i gotta stay true
my morals got me on my knees
im begging please stop playing games

i dont know what this is
cos you got me good
just like you knew you would
i dont know what you do

but you do it wellI’m under your spell

Chorus:
You got me begging you for mercy
why wont you relase me
you got me begging you for mercy
why wont you release me
I said release me

Now you think that i
will be something on the side
but you got to understand
that i need a man
who can take my hand yes i do

i dont know what this is
but you got me good
just like you knew you would
i dont know what you dobut you do it well

I’m under your spell

Aimee Anne Duffy, nascida no País de Gales apresentou “Rockferry”, o seu primeiro registo discográfico.

A moça promete...

Duffy Official Website

Tuesday, March 25, 2008

Stilletto1


É a loucura! Não há revista feminina que não refira o assunto: SALTOS ALTOS MELHORAM VIDA SEXUAL DAS MULHERES!


Depois de anos a fio a ouvir falar sobre os malefícios dos saltos altos - danos na coluna (lordose), dores nas costas, problemas no joelho e até mudança na musculatura (os músculos da parte de trás da perna ficam mais curtos e os da frente, mais longos) eis que surge o estudo de Maria Centauro, urologista da Universidade de Verona, onde se conclui que usar sapatos com salto de até 7 cm pode ajudar a relaxar e a fortalecer os músculos da região pélvica, relacionados ao orgasmo.


O estudo demonstrou que usar salto pode provocar o relaxamento da musculatura pélvica, levando a uma contração melhor daquela área. “Da mesma forma que há ligação entre uma alteração da mandíbula e a postura, do ponto de vista urológico uma diferente posição do tornozelo pode influenciar a atitude do pavimento pélvico”, explicou Cerruto, Os músculos desta região são conhecidos também como os “músculos do prazer” porque estão directamente envolvidos no orgasmo.


Altura do salto:
De acordo com a pesquisa, publicada na revista especializada inglesa European Urology, o efeito positivo não é maior se o salto for mais alto - é preciso considerar a relação entre o tamanho do pé e a altura do sapato. “O salto não deve ser superior a 7 cm, isto é, deve haver uma inclinação da articulação de cerca 10 ou 15 graus, porque é preciso que o paciente esteja confortável. Um salto de cerca de 4 ou 5 cm seria o ideal, encontrando um meio-termo entre o bem-estar do pavimento pélvico e o do paciente como um todo”, explica Maria Cerruto.


Também cientistas da Unicamp descobriram a expceção da regra usar-salto-alto-faz-mal-à-saúde. Segundo pesquisa desenvolvida pelo cirurgião vascular João Potério Filho, o salto alto beneficia a circulação. A tese foi comprovada graças a um novo exame para medir pressão das veias das pernas.


Tipos de salto e seus efeitos - Texto completo aqui


Agulha ou Stiletto (invenção de Charles Jourdan, em 1951)
Vilão dos vilões, o sapato com este salto e bico fino não é recomendado nem para a mais especial das ocasiões. Causa desequilíbrio porque reduz muito a participação do calcanhar na sustentação do corpo, além de deixar os dedos muito desconfortáveis.


Fino
O modelo com salto fino "achatado" oferece mais equilíbrio que o tipo agulha, mas não deixa a mulher livre de torções de tornozelo e dores nos dedos e na planta do pé.


Plataforma
Este salto oferece uma melhor distribuição da pressão exercida pelo corpo sobre os pés. A ponta angular facilita a impulsão do corpo ao caminhar.


Centro
O salto que sai do meio do calcanhar facilita o equilíbrio do corpo. Este modelo deixa os dedos confortáveis e pode ser uma opção para as mulheres que não abrem mão da elegância a toda hora.


Quadrado
O modelo grosso e quadrado é um dos eleitos pela maioria das mulheres que querem manter a elegância por longos períodos do dia. Este tipo de sapato deixa o calcanhar bem apoiado, o que ajuda no equilíbrio do corpo.


3 cm
O sapato baixo, com salto de até três centímetros, é o único recomendado por especialistas para o uso diário constante.


Anabela
O sapato com este tipo de salto pode causar desconforto, mas, como o plataforma, diminui as dores porque distribui bem a pressão do corpo sobre a planta dos pés.


Textos na Net






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Shoe-loving Carrie Bradshaw - SATC

Saturday, March 08, 2008

SEX BEST SELLERS
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sexo2b
sexo2c


A vida sexual das mulheres
Os desafios da nova geração que ainda está longe de se satisfazer na cama


40% das mulheres estão muito insatisfeitas com sua vida sexual. Diante dos dados, indaga-se: afinal, o que impede a mulher de chegar ao prazer? "Em geral, ela própria", afirma a psiquiatra Carmita Abdo, do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, autora da maior pesquisa sobre sexualidade já feita no país. "Até hoje, ela não procura saber o que lhe dá satisfação, não se expõe, não procura entender o que se passa com ela. Ser informada só na teoria é a mesma coisa que nada", diz.


"É comum ver famílias conversando sobre o uso de preservativos na hora do jantar, mas vai ser difícil achar algum pai ou mãe com coragem para debater a importância das preliminares. Sexo ainda é um supertabu", afirma o psicanalista paulista Ronaldo Pamplona da Costa. Em geral, as fontes de informação continuam sendo os livros especializados em tirar dúvidas sobre sexo e as amigas. Os especialistas dizem que os livros ajudam muito, mas o autoconhecimento e o diálogo com o parceiro são fundamentais na busca da sexualidade.


Tudo em Veja Mulher, Edição Especial, Agosto 2002

Thursday, March 06, 2008

I'm sorry for my weary lifeI know I'm not perfect but I can smile

Livre, solta, espontânea, nómada, despreocupada, sorridente, corajosa, contraditóra, provocatória, curiosa, desafiadora, decidida, teimosa.

I hope that you see this heart behind my tired eyes....

Lema: carpe diem
Frase preferida: "amanhã logo se vê"

Estávamos em 2000. E agora, o que mudou?

I'm no angel, but please don't think that I can't cry

I'm No Angel by Dido

Wednesday, March 05, 2008

Gosto da honestidade da canção. Mas não me revejo em tudo o que diz Danni Carlos: não compro aparelhos que não sei usar, detesto ver filmes com pausas, o meu mundo não está fechado à visitação...

Mas há coisas que eu sei: As noites ficam claras ao raiar do dia - Eu quero ficar perto de tudo que acho certo, Até ao dia em que eu mudar de opinião - Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado. Ninguém sabe mexer na minha confusão


Há coisas que eu sei. Há coisas que já soube. Há coisas que vou saber um dia.

Videoclipe oficial

Friday, February 29, 2008

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- Quem amas?
-Não sei.
- Não sabes?
- Não.
- Não?
- Não. Posso até sentir algo por alguém que ainda não consigo explicar.
- Hummmm
- Posso mesmo ter sentimentos por pessoas diferentes, mais do que uma, pessoas que me dizem alguma coisa, pessoas que me deixaram marca.
- Sentimentos?
- Sim, sei lá, carinho, raiva, aversão, paixão, ternura, curiosidade, vontade de conhecer melhor, tudo à mistura.
- Ah...
- Os platonismos vivem da fantasia, da contemplação, baseiam-se em pressupostos errados porque distantes do objecto. Um sentimento, qualquer que seja, pode surgir sem se saber como, mas para ter nome, para pertencer à categoria dos afectos tem de ser relacional; tem de ganhar peso, substância, mas isso só acontece se houver contacto directo com o outro envolvido, se saudavelmente houver tempo e espaço para conhecer o outro e as nuances da personalidade e deixar que o outro nos conheça também.

Thursday, February 28, 2008

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28.02.2008 Fragmentos


I. Comecei o dia com a ressaca do outro. Acordei mais tarde do que queria e mais cedo do que o corpo pedia. Comecei o dia desorientada, empurrada por um telefone que não parava de tocar e uma campainha aos gritos me atordoava. Foi como se quisesse parar um mundo que gira irredutível, rebelar-me contra as regras impostas e os horários dominantes. Pensei que, pelo menos durante uma semana, ia ter todo o tempo do mundo. Mas já percebi que o mundo não tem tempo para mim.

II. Arrastei-me pelas horas que fluem sem pedir licença. Aos solavancos, cumpri alguns dos objectivos triviais a que me tinha proposto. Ter de fazer isto, ter de ir ali, ter de... Até o tempo chamado "livre"tem destas coisas. São as responsabilidades de uma maturidade forçada que se impõem.

III.Terminei o dia dilacerada. Não pela vulgaridade dos afazeres. Não por ter os olhos meio fechados, meio abertos, anestesiada pelo cansaço acumulado e elevado por uma marotana de trabalho até às 4 da manhã. Terminei o dia desfeita por dentro porque, com alguma culpa, eu sei, me vi privada do pouco que me alimenta a alma e faz feliz o coração. Faltou-me um sorriso, uma atenção, um singelo sinal de apreço ou quase afecto de quem não espero mais do que uma bagatela. Vivo em silêncio este sentimento velado ainda sem nome, sem definição. Escondo-me quando me quero mostrar. Afasto-me quando o que mais quero é aproximar-me. Baixo os olhos em vez de encarar. Engulo as palavras em vez de as soltar. E com esta inércia oscilo entre os extremos: um estado de graça sem paralelo que serve de escudo aos contratempos diários; o desalento de quem sucumbe às contingências da transparência que não domina e que torna os pés mais presos ao chão.

Imagem: detalhe de A persistência da Memória (1931), quadro de Salvador Dalí

Tuesday, February 26, 2008

Without_You_by_swishy_fresh


Talvez Fevereiro seja o mês do Amor. Talvez depois da chuva diluviana sonhe com dias longos, quentes e iluminados. Talvez não haja lógica nenhuma. Apeteceu-me ir buscar esta canção ao baú.

Adoro-a. Oiço-a sem parar. As vezes que me apetecer.

Gosto da força escondida na tristeza do poema. De simples e planas, as palavras tornam-se volumosas, potentes, com a textura própria de quem reconhece a grandeza do sentimento mas se resigna, melancólico, aos entraves da vida. É a inconfundível alma portuguesa, arrebatadora, mas que não sabe viver sem o peso do fado.

Como se a felicidade nunca estivesse completa. Como se o Amor perfeito não exista sem o seu quê de transgressão. Como se fosse o Amor retraído, separado, condenado, proibido, vivido em silêncio, sofrido, o maior e o mais valoroso.

Amália escreveu o fado e gravou-o em 1983. O V Império apresentou a versão ligeira em Tribute to Amália (2004), Kátia Guerreiro incluíu-o no seu trabalho de 2006.

Amor de fel, amor de mel
Tenho um amor
Que não posso confessar...
Mas posso chorar
Amor pecado, amor de amor
Amor de mel, amor de flor,
Amor de fel, amor maior,
Amor amado!

Refrão :
Tenho um amor
Amor de dor, amor maior,
Amor chorado em tom menor
Em tom menor, maior o Fado!
Choro a chorar
Tornando maior o mar
Não posso deixar de amar
O meu amor em pecado!

Foi andorinha
Que chegou na Primavera,
Eu era quem era!
Amor pecado, amor de amor,
Amor de mel, amor de flor,
Amor de fel, amor maior,
Amor amado!

Refrão

Fado maior
Cantado em tom de menor
Chorando o amor de dor
Dor d'um bem e mal amado!

Versão V Império
Fado Kátia Guerreiro

Foto encontrada
aqui

Wednesday, February 13, 2008

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Quero fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria. Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem.A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo? O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar. O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não dá para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende. O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra.A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não está lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra.A vida dura a vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.


Texto de Miguel Esteves Cardoso, publicado no Jornal Expresso em Novembro de 2005.

Monday, January 28, 2008

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RESPEITO. É o meu desejo para 2008


Porque associado ao respeito mútuo está a tolerância. Uma convivência pacífica exige consideração por outras maneiras de pensar, de agir, de estar na vida, desde que o espaço de cada um seja salvaguardado. Respeito e não temor deveria ser característico dos Estados livres que colocam a diginidade da pessoa humana como princípio basilar e intocável. Respeito. Respeito entre homens e mulheres. Respeito entre amigos, vizinhos, irmãos, pais e filhos, avós e netos. Respeito pelo ambiente. Respeito pela Natureza. Respeito. Por um mundo melhor.